Agradecimentos

Oi, visitantes.

Não há uma página de agradecimentos nos livros impressos, porque eu considero que há tantas pessoas que eu gostaria de prestar uma homenagem que acabaria ocupando pelo menos umas cinco páginas só com minha ladainha. Decidi, então, escrever aqui os agradecimentos que quero dispensar àqueles que fizeram realidade o sonho de tornar Esplendora um lugar acessível a todos.

Agradeço inicialmente, mas não por uma questão de ordem de preferência, aos meus leitores, aqueles que me acompanham desde “Dezembro”, meu primeiro conto publicado na internet. Eu não posso nomear todos aqui, porque alguns leitores são até mesmo anônimos, mas sem eles eu não teria tido forças para considerar publicar um livro. Sem o feedback positivo – e negativo, por que não? – daqueles que me leram durante os anos eu jamais consideraria seguir adiante. A vocês, muito obrigada.

Uma menção especial às Divokitties (vocês sabem que são vocês!), que me incentivam de coração aberto. O carinho de vocês, os momentos de amizade que compartilhamos, as histórias loucas que vivemos, e que inventamos, e as teorias; tudo que nos une e que nos faz o que somos – essa é a base de minha inspiração. Serei clichê e citarei Shakespeare, porque ele já sabia: “Há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia” (Hamlet). Sim, há, somos nós. Alguém duvida?

Preciso dedicar um espaço à minha querida Mônica Fink. Ela foi minha beta reader especial; ela acompanhou O Segredo de Esplendora desde o seu berço. Ela me ajudou a escolher qual dos meus contos eu transformaria em livro, ela criticou meus devaneios e me fez voltar ao caminho certo; ela elogiou meus sucessos e me fez ver que eu era capaz de terminar uma história de mais de 100 páginas. Eu sei que O Segredo de Esplendora pertence tanto a ela quanto a mim. Mô, você sabe que, sem você, nada disso seria possível.

Minhas duas fãs número um, Bruuh e May. Nem adianta colocar os nomes completos delas aqui, porque elas são conhecidas assim mesmo, né? Essas duas adoram tudo que eu escrevo, e tanto otimismo me dá forças para acreditar que eu sei o que estou fazendo.

Freud, que sempre disse que eu deveria publicar alguma coisa. Que aceitou as horas na frente do computador escrevendo sem parar. Que ouve minhas reclamações quando a inspiração não vem, ou quando é difícil demais publicar alguma coisa no Brasil. Que nunca me impediu de sonhar, e que suportou esse sonho comigo, em todos os momentos. Eu sei que, apesar de tudo, ele me apoia até quando diz que não, porque saber dizer não é muito mais difícil do que elogiar sempre. Carregar 500 livros escada acima e participar da minha loucura – eu não poderia exigir nada disso de ninguém, mas ele faz sem nem mesmo achar ruim.

Minha família, que pode não entender o que eu estou fazendo, mas que acha tudo muito lindo. Mesmo que vampiros e anjos seja um pouco demais, eles sempre foram incondicionais em me considerar um sucesso.

Meus amigos e colegas, que todo dia têm uma palavra de incentivo para mim. Que sabem que meu lugar é nesse mundo de fantasia que minha imaginação cria, e que me mantém transitando livremente entre dois mundos. Aqueles que eu não mencionei o nome, eu sei que não preciso dizer quem vocês são. Vocês sabem o quanto eu agradeço toda atenção e suporte que vocês me dão – mesmo que eu não verbalize isso sempre.

Sem a ajuda de vocês, sem a presença de vocês, eu não teria chegado até aqui. Tudo que alcancei até agora, dedico a vocês. Obrigada por estarem comigo em todos os momentos, e por participarem comigo dessa caminhada.